
Em 1549 chega à Bahia o governador geral Tomé de Souza, com o objetivo de melhorar a defesa da região, agora visada pelos franceses.
Já em 1557, na Ponta do Curral, foi iniciada a criação de gado na Bahia, e iniciou-se a formação do povoado de Amparo, hoje Valença. No entanto, a administração de Sebastião Pontes acabou bruscamente em 1574, e o território retomado pelo índios Aimorés, que em 1597 fizeram os portugueses se refugiar nas ilhas.
Em 1580, o rei Felipe II da Espanha herda a coroa portuguesa, iniciando-se um período de freqüentes ataques de holandeses e ingleses à costa brasileira.
Em 1610 a família Saraiva Goes inicia a construção da igreja Nossa Senhora da Luz, na época, no alto do morro onde hoje é o Farol.
Em 1635 os jesuitas fundam a residência de São Francisco Xavier, no alto do morro do Galeão.
Entre 1627 e 1630 os holandeses fazem vários ataques à costa, até tomar Olinda e Recife onde permaneceram mais tempo. Contam que Nossa Senhora da Luz fêz com que os holandeses vissem uma frota de navios em frente a Morro de São Paulo quando vieram atacar a ilha e acabaram desistindo.
Começa a construção da fortificação que levaria mais de 100 anos para ficar pronta, mas com funcionamento iniciado em 1652 e primeira guarita fixada em 1664.
Neste período haviam operações oficiais no porto, com navios vindos da África e da Europa, bem como clandestinas, de piratas, contrabandeando artigos.
As obras do forte se estenderam até 1739, com várias etapas de ampliações, e em 1750 contava com 51 peças de artilharia espalhadas nos seus 700 metros de muralha, guarnecida por 183 homens. Mas já em 1774 boa parte da fortificação foi destruída por uma tempestade, sendo parte reconstruída, embora já tivesse utilidade duvidosa.
Em 1746 fora iniciadas as obras da Fonte Grande, destinada a tratar a água da população da vila.
Em 1763 o Marquês de Pombal muda a sede do governo colonial para o Rio de Janeiro e expulsa os jesuítas, fazendo o sistema educacional entrar em colapso.
Segue se um período em que aconteceram vários levantes, em função da situação de abandono que se encontrava a região.
Entre 1794 e 1798 acontece a Conjuração dos Alfaiates, ou Inconfidência Bahiana, uma tentativa frustrada de instaurar uma república. Entre seus princípios destacava-se a igualdade de direitos sem distinção de raça, um grande avanço para a época, onde a minoria européia dominava a maioria negra e mulata da população. Também abriam os portos da Bahia para o comércio mundial, o que só veio a acontecer em 1808 por um decreto português, exigido pela Inglaterra, que abria todos os portos.
(Obs: Este conteúdo foi retirado de um site de conteúdo aberto, onde não constava o nome do autor.)
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